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Vídeo: é normal sentir dor depois de praticar yoga?

13/02/2017

Gravei um novo vídeo tirando uma dúvida que muito aparece pelas bandas de cá: é normal sentirmos dores no corpo depois da prática de yoga? Quando devo me preocupar?

Venha assistir o vídeo e assine o meu canal pra acompanhar todas as novidades! E se tiver alguma dúvida ou sugestão, fique à vontade pra escrever, comentar ou mandar sinal de fumaça. Vem!

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Orgânicos e veganos: um declutter definitivo no meu banheiro

07/02/2017

Uma das minhas resoluções, há alguns anos, foi o de trocar todos os meus cosméticos por produtos cruelty-free, ou seja, que não testam em animais. A ideia foi a de ir trocando conforme os produtos iam acabando, e claro, visto que eu tinha bastante produtos (incluindo maquiagens), isso levou um longo tempo. Mas não parei por aí.

A ideia de começar o processo de me tornar vegana fez com que eu refletisse ainda mais sobre meus hábitos de consumo. O veganismo, como muitos pensam, não está relacionado apenas à alimentação, mas num estilo de vida em que reduzimos ao máximo o consumo de produtos de origem animal e qualquer coisa que venha da exploração animal. E então, dando mais um passo à frente, comecei novamente um processo em busca de cosméticos e produtos que, além de não testarem em animais, também fossem veganos.

E aí que a brincadeira começa. Já que estou sendo seletiva em relação ao que compro, por que não escolher logo os melhores? Comecei então a levar em consideração ingredientes naturais e orgânicos, shampoos livres de sulfatos e tantas outras químicas, desodorantes sem alumínio (que é altamente prejudicial!) entre outras coisas.

Se antes uma ida à farmácia era uma alegria, pelas infinitas possibilidades nas prateleiras, hoje minha alegria está em frequentar feiras veganas, casas de produtos naturais e arriscar produzir alguns cosméticos de forma artesanal. A realidade é que não precisamos de tanta coisa química em nosso corpo!

Hoje meu shampoo e condicionador acabaram (morte súbita, da Lola Cosmetics – recomendo!), mas ainda tenho os shampoos em barra que alternava com estes. Aproveitei o momento de tirar as embalagens pro lixo (leia-se reciclagem) pra fazer uma geral no meu banheiro. Peguei uma sacola e fiz um declutter no meu banheiro. Produtos fora da validade, produtos que não seguem mais meu padrão de qualidade, cremes com parabeno e petrolato, produtos para rosto com ingredientes que mal consigo pronunciar e tantos outros.

Minha meta é reduzir ao mínimo, mínimo MESMO, e só manter comigo o que está em uso e o que REALMENTE é natural, vegano, cruelty-free e preferencialmente orgânico. Meu banheiro já tem um ar natureba há um tempo: óleos vegetais, óleos essenciais, shampoo em barra… mas estavam muito escondidos entre outras embalagens antigas de produtos que me comprometi acabar antes de descartar. A verdade é que às vezes é preferível fazer uma grande limpa em tudo de uma só vez e manter apenas os poucos e bons, do que carregar conosco aquele peso de TER QUE usar algo de que não gostamos até o fim.

Separei, doarei a amigas que usam e vida que segue. Daqui pra frente, com mais consciência e fazendo escolhas mais adequadas ao estilo de vida que desenhei pra mim. E vocês, como lidam com seus cosméticos?

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Comecei o projeto desapego 2017: roupas!

31/01/2017

Comecei o projeto desapego 2017: roupas! - Leve por aí, por Camile Carvalho

Estou no meio de um declutter. Pra quem não acompanhava o blog, declutter é o sinônimo de “destralhe”. Costumo usar esta palavra pra expressar de forma mais simples o processo de tirar as coisas das gavetas, analisar o que fica e o que sai. Claro, não gosto de tratar o que sai como tralha, como lixo, como algo inútil, visto que o que não serve pra mim pode ter muita utilidade para o próximo.

Cheguei no Rio de Janeiro hoje pela manhã. Dei minhas aulas de yoga e, com a mala da viagem ainda cheia, porém, com as roupas já lavadas, estendi meu tapetinho de yoga no chão do quarto e tirei tudo de dentro da mala sobre ele. Abri minhas gavetas e comecei o processo. Isso fica. Isso sai.

Após duas pilhas de roupas a serem doadas, separadas num canto prontas para entrarem em uma sacola, fui ao banheiro. Olhei ao meu redor e percebi o tanto de cremes, perfumes, shampoos, hidratantes, sabonetes e isso e aquilo. Ainda tenho cosméticos de empresas que testam em animais. Cremes com parabenos, parafinas e sei lá mais o que. Shampoo com sulfatos e tantas outras coisas que fazem mal. Respirei fundo e, pra não perder o ritmo do declutter no quarto, prometi a mim mesma que o próximo será o banheiro.

Aquela lista de 10 itens que fiz, pro desafio Desapego 2017 foi feita de forma aleatória. Não foi nada muito elaborado, muito pelo contrário. O que eu pensava em mudar, anotava. Quando cheguei ao número 10 parei, sabe-se lá por qual motivo. Dez costuma ser um número bonito, redondo (quem determinou isso?), mas a verdade é que ao longo de 2017 serão muito mais que 10 itens a serem transformados. Não quero dar um passo à frente, mas um salto.

Olho ao meu redor e vejo as sacolas. As roupas a serem doadas. A porta do armário aberta e a quantidade de roupas que ainda tenho lá.

No meio da arrumação encontrei uma bata preta indiana, que vai até mais ou menos a altura dos joelhos. Linda. Por que mesmo eu não a uso? Ah, claro, eu não sabia que tinha. Esta peça foi pro cabide, ganhou um destaque e será usada assim que possível.

Perdí os trilhos do minimalismo ao longo dos anos? Sim e não. Minha mente continua atenta, não compro por impulso, mas perdi o hábito de doar, de abrir espaço, de desapegar. O que eu tinha antes e ficava na dúvida se manteria ou não acabou ficando ali, muitas vezes encostado, e é por isso que hoje estou com peças que sobreviveu a um declutter anterior só porque fiquei com dúvidas. E a resposta veio.

Cada roupa tem uma história, uma emoção, carrega memórias boas ou ruins. Vamos desapegar, passar adiante o que não nos traz alegria? Eu sei, Marie Kondo repete isso incessantemente em seu livro, mas este é um conceito antigo pelas bandas de cá. Precisamos manter ao nosso redor o que nos faz leves, felizes e completos.

Vamos desapegar?

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