Casa

Como organizar um espaço em apenas alguns minutos?

06/11/2012

Como organizar um espaço em apenas alguns minutos | Camile Carvalho | #camilecarvalho

Hoje percebi o quanto tinha deixado acumular tralha em cima da minha bancada. Com a pressa do dia-a-dia, na correria de faculdade e trabalho, acabamos deixando nos locais mais visíveis aquilo que consideramos pendente. Livro que estamos lendo, matéria que devemos estudar, enfim, nosso cérebro tem um certo medo em “escondê-los” em seus devidos lugares e de não lembrarmos depois. A solução, como já venho falando muito, é utilizarmos o sistema de anotações de todas as pendências. Ao nos depararmos com um ambiente com tralha, o ideal é seguirmos os seguintes passos:

1. Empilhar tudo. Com isso concentramos tudo o que está pendente e fora do lugar para que possamos processá-los.

2. Guardar. Analisando cada item, vamos guarda-los em seus devidos lugares, e, caso haja alguma ação pendente (como artigo a ser estudado, objeto a ser consertado), devemos anota-los em uma lista.

3. Jogar no lixo/reciclar. Papeis que não queremos mais devem ser separados em uma sacola destinada à reciclagem. Outras tralhas, como canetas que não funcionam mais, também devem ser retiradas da pilha para serem descartadas (sempre observando o que deve ser reciclado ou não).

4. Manter a organização. O ideal não é deixarmos acumular tralhas no nosso ambiente de estudo/trabalho ou qualquer canto da casa. O bom é mantermos a organização para que não chegue à necessidade de precisarmos gastar nosso tempo com organização. Mas sei como é difícil mantermos tudo 24 horas por dia organizado.

Espero que tenham gostado dessas dicas rápidas. E vocês, como se organizam?

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Comportamento

Sobre foco e dedicação

10/08/2012

Sobre foco e dedicação | Camile Carvalho | #camilecarvalho

Sou uma pessoa que gosta de constantes mudanças, que não consegue ficar sempre fixa em alguma coisa. Gosto de renovações, de melhorias, e por esse motivo decidi organizar meu blog num servidor próprio.

Simplificar não é fazer as coisas da maneira mais fácil, de qualquer jeito, mas sim, trabalhar para que haja uma facilidade futura. E aí lembro-me da questão das compras. Devo comprar duas calças de R$ 20 ou uma de R$ 40? Ser minimalista não é escolher o mais barato, mas sim, o melhor. Ora, se a calça de R$ 40 apresenta uma qualidade melhor, e sabemos que vai durar mais, não tem motivo algum para comprarmos duas de qualidade inferior. Com isso, percebemos que a qualidade é um parâmetro que devemos sempre colocar em primeiro lugar. O fator custo x benefício deve sempre ser analisado, pois na maioria das vezes investimos um pouco mais, mas temos em retorno uma durabilidade maior.

Ser minimalista e simples não é sinônimo de ausência de trabalho. Muitas vezes dedicar um tempo trabalhando em algo arduamente, pode nos trazer benefícios futuros. E não, isso não se aplica somente ao meu exemplo. Isso pode ser aplicado em diversos lugares. Dedicação e planejamento, são pontos-chave para um bom resultado, seja qual for. Quantas vezes fazemos algo de qualquer jeito, só pra não termos trabalho, e no final, acabamos tendo mais trabalho consertando os erros, do que se tivéssemos dedicado logo no início?

Fazer cada tarefa com atenção e dedicação é fundamental, para evitarmos problemas futuros. Claro que sempre há um risco de algo dar errado, mas tentar eliminar a possibilidade de erro estando presente em cada momento, é muito importante, e isso significa ter foco em cada atividade do dia. Atualmente, estamos vivendo na loucura do multifuncionalismo, estamos sempre fazendo diversas atividades ao mesmo tempo. Navegamos com várias abas abertas na internet enquanto falamos no messenger com um parente assistindo a novela que está passando na TV, enquanto o livro que estamos lendo está ali, aberto em nossa frente. Será mesmo que isso é bom? Será que devemos nos deixar levar por essa disputa de atenção?

Vamos tentar nos dedicar e manter o foco em cada atividade a qual nos propomos a fazer. Vamos imaginar que durante X minutos, só existe essa atividade, esse trabalho a ser realizado, sem distrações. Coloque o celular no modo silencioso, feche todas as abas de navegação da internet, desconecte do messenger e desligue sua TV. Vai ler um livro? Escolha um lugar calmo e tranquilo em sua casa, e não cometa o erro de carregar seu smartphone com você! Ele vai ficar apitando, mostrando novas atualizações do facebook, novos emails, novas mensagens, e você não vai ignorá-los. Eu tenho certeza que vai colocar o livro no colo e ver qual a “novidade” que te espera. Ao se deparar com algo sem importância nenhuma pra sua vida, já vai ter perdido o embalo da leitura… E aí, pra voltar, vai ser difícil, já que vai lembrar que precisa responder um email, pro fulano e checar novamente se tem novos tweets de pessoas que você sequer conhece.

A mensagem do dia, portanto, é: “Faça uma coisa de cada vez. E faça com total dedicação, pra que fique perfeito, pra reduzir as chances de ter que refazer tudo de novo futuramente, dando mais trabalho. Tenha foco em cada atividade que se propor a fazer.

Espero que tenham gostado da minha reflexão do dia. Estava pensando nisso ao tentar ler um livro e ser interrompida a cada vez que meu celular apitava me informando de que alguém tinha comentado algo no meu facebook. Dúvidas, críticas e sugestões, por favor, escrevam nos comentários.

Até mais!

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Menos tecnologia, por favor.

21/05/2012
Menos tecnologia, por favor | Camile Carvalho | #camilecarvalho

Estou cercada de coisas inúteis. Sim, novamente me vejo impaciente, angustiada e, o que é pior, acomodada com o acúmulo de tralhas que deixei acontecer nos últimos meses.

Mesmo que estejamos sempre em alerta, é inevitável. Acabamos nos acostumando com o acúmulo gradual, que acabamos não percebendo quando chega a um ponto crítico, assim como uma criança que acompanhamos seu crescimento: Só quem está de fora percebe a mudança.

Ontem reservei a noite pra ler alguns blogs sobre minimalismo, e foi com o mnmlist que tive a simples ideia de checar uma coisa simples, mas que faz uma grande diferença: meu iPhone.

Desde que foi lançado eu queria ter um pra usar a convergência a meu favor. O principal motivador, confesso, era ter uma câmera de boa qualidade, pois como alguns sabem, sou apaixonada por fotografia, e ter uma câmera profissional de trabalho nem sempre é vantagem quando precisamos ir a algum lugar que não temos como levá-la. Também nunca fui satisfeita com a qualidade das fotos de câmeras de celular, e pensei que um iPhone resolveria este problema. E resolveu. Tenho um telefone, uma câmera consideravelmente boa e um dispositivo pra ouvir músicas com uma boa qualidade de som. Mas… e o resto?

Com tanta tecnologia, acabamos nos deixando levar pela facilidade de baixar aplicativos, principalmente quando temos uma página inteira de “Free Apps”, aguardando apenas pelo nosso clique. E isso não serve apenas para iPhone, pois temos um bom exemplo do Baixaki, Downloads, entre outros. A quantidade de lixo eletrônico – se é que posso chamá-los assim – me surpreendeu. Jogos que nunca joguei, aplicativos de câmeras que nunca usei, até um photoshop para iPhone encontrei instalados no meu aparelho. Cursos de Japonês e Russo já estavam acumulando poeira, pois tenho os livros e não preciso de um aplicativo que os substituam (o que é útil, nesse caso, são aqueles de flashcards de Kanji e alfabeto cirílico).

Meu celular estava assim: dezenas de ícones ocupando e poluindo o visual, além de ocupar espaço na memória que poderia ser utilizado com alguma outra coisa, ou deixados livres mesmo, afinal, temos a cultura de não querer deixar nada em branco, sem utilidade, e isso é um erro. Às vezes o vazio faz um bem que mal podemos imaginar por estarmos sempre ‘cheios’.

Estou mais leve. Após excluir diversos aplicativos do iPhone deixando-o apenas com aqueles que realmente uso, posso garantir que terei menos distrações e aproveitarei melhor os que estão instalados. E esse post não serve apenas pra quem tem um iPhone. Dê uma olhada no seu computador ou notebook. Quantos ícones você vê em sua área de trabalho além da lixeira? Quantos programas instalados você tem, sem nem saber pra quê serve nem quando os instalou? Sua máquina está lenta pra iniciar? Então acho que é a sua vez de fazer um declutter virtual! Vou preparar um post dando dicas, prometo!

Às vezes o vazio faz um bem que mal podemos imaginar por estarmos sempre ‘cheios’.

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