Veganismo

Meus cosméticos cruelty-free e veganos

16/01/2015

Produtos de beleza cruelty free | camilecarvalho.com | #camilecarvalho

Há um tempo eu venho pensando em compartilhar com meus leitores além de dicas de organização, minimalismo e reflexões sobre o consumo, dicas de cosméticos que eu uso. Confesso a vocês que sempre me senti limitada a escrever sobre o assunto quando o blog era Vida Minimalista, justamente por eu falar muito sobre o consumismo, alertando meus leitores sobre os perigos de se deixar levar pela empolgação e comprar algo de que realmente não precise.

Vejo tantos blogs por aí que passam tanto a mensagem de “compre, compre e compre as maquiagens que eu uso” que eu não queria que meu blog passasse uma impressão de que estou tentando convencê-los a consumir cosméticos além do necessário. Também achava que não combinava com o público-alvo do Vida Minimalista mas, por outro lado, sinto a necessidade de abordar e esclarecer alguns temas ainda pouco explorados nesse mundo blogueiro sobre produtos cruelty-free, que são aqueles cujas empresas não realizam testes em animais.

Visto que agora tenho um pouco mais de liberdade de escrever sobre outros temas e que não desejo me limitar, além de ser um blog pessoal, onde posso escrever sobre meu dia-a-dia, meus princípios de vida entre tantos outros assuntos, decidi compartilhar com vocês (após muitos pedidos desde o outro blog) meus produtos de beleza preferidos como maquiagens, produtos de higiene, entre tantos outros, e que são de empresas bacanas.

Pretendo, com isso, abrir um debate sobre nosso poder de decisão na hora da compra, além de mostrar a vocês opiniões sinceras minhas sobre cada produto que uso, o motivo de eu ter escolhido um em detrimento de outro e o principal: se é bom ou não! Acho legal essa iniciativa por que nem sempre é fácil acessar a lista de empresas que realizam ou não testes em animais quando estamos diante de uma prateleira com dezenas de opções, mas é muito mais fácil lembrar de algum produto se lemos por aí alguém falando sobre ele, assim como livros.

^ Surya indica na embalagem que é Cruelty-Free e Vegano

Outro problema que observo é a falta de informação na embalagem da maioria dos produtos. Podemos ver marcas que utilizam selos de certificados Cruelty-Free, Veganos, livre de Parabenos entre outros, mas há tantas que seguem este princípio durante sua produção mas que não informam isso aos seus consumidores na embalagem. Juro que não consigo compreender o porquê.

Quando busquei o caminho do minimalismo decidi usar todos os cosméticos que eu tinha até o fim pra evitar o desperdício, e assim que acabassem, me comprometi a comprar apenas produtos que não testam em animais. Aos poucos fui mudando shampoo, creme hidratante, sabonete, maquiagens e fui montando um arsenal de beleza livre de crueldades. Qualquer um pode fazer isso também aos poucos, não é necessário agirmos com radicalismos. Como eu sempre digo, aprender a substituir, descobrir um outro produto mais sustentável e com o resultado satisfatório é uma ótima forma de mudar aos poucos os hábitos, e é o que eu faço. Um passo de cada vez para não tropeçar.

Minha intenção é compartilhar com vocês semanalmente minha opinião sincera sobre os cosméticos que uso e descobrir novidades por aí que talvez eu nem conheça, mas que seja bom também. Então, a partir de agora, vocês encontrarão de vez em quando alguns posts sobre produtos de beleza aqui no blog. Espero que gostem!

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Espiritualidade

Milarepa e o Desapego: Livre do Sofrimento

03/08/2014

Guru Marpa: sobre o conhecimento - Milarepa| Camile Carvalho

Livre do Sofrimento

“Não tenho qualquer desejo por posses nem riqueza, e por isso não tenho nada.

Não tenho a experiência do sofrimento inicial de ter de acumular bens,

do sofrimento intermediário de ter de guardar e manter as posses,

nem do sofrimento final de perder tudo que adquiri. Isso é uma coisa maravilhosa.”

– Milarepa

Jetsün Milarepa foi um poeta tibetano e iogue budista que viveu aproximadamente entre os anos 1052 a 1135. É conhecido, entre outros feitos, pelos seus pensamentos sobre desapego e altruísmo.. Que a mensagem de Milarepa inspire também a outros leitores que buscam uma vida mais simples e desapegada do materialismo a cada dia.

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Vida Online

Dicas para uma vida online saudável

29/07/2014

Dicas para uma vida online saudável

É sempre assim; uma nova rede social surge e rapidamente corremos para criar um novo cadastro. Não queremos ficar de fora, já que todos os nossos amigos já estão interagindo e acabamos com um saldo de mais um cadastro online de mais uma rede social que promete felicidade, entretenimento e interação. Aos poucos nossos emails se enchem de mensagens indesejadas, nossa exposição online aumenta e ficamos sobrecarregados com tantas presenças virtuais com as quais temos que lidar. Alguém se identifica?

Mas será que toda essa ansiedade por criar logo um novo cadastro é positivo? A não ser que sejamos uma pessoa pública ou que trabalhemos diretamente com mídias sociais, o excesso de exposição pode não ser tão bom assim. É certo que queremos compartilhar com o mundo nossas opiniões, debater sobre assuntos que nos interessam e também fazer parte de grupos com os quais nos identificamos, e acabamos querendo nos expor a fim de mostrar nossa personalidade para fazermos parte da grande rede.

Com um pouco de equilíbrio podemos tomar algumas atitudes para que não fiquemos tão expostos na internet mas sem deixar de usufruir dos pontos positivos de cada rede social. Quando refletimos sobre nossa presença online podemos reduzir nossa necessidade de onipresença ao mesmo tempo em que conseguimos aproveitar melhor os recursos que cada site oferece. A seguir vou apresentar a vocês algumas medidas que estou tomando para melhorar minha presença online sem ficar sobrecarregada.

Quem você quer ser online?

Vamos admitir, não somos totalmente transparentes na internet (e nem devemos). Alguns assuntos são pessoais e não precisam ser compartilhados. Se você tem um blog, mesmo que seja pessoal, há uma certa barreira entre quem você é por trás da tela e quem é aquela pessoa representada por um avatar. Não é que devamos ser falsos ou mostrarmos uma pessoa que não somos, mas sermos objetivos. Se deseja ter um foco, tome o cuidado para padronizar suas redes sociais reforçando suas principais características relacionadas ao que você deseja na web.

Redes Sociais e a privacidade

Uma verdade seja dita: a maioria das redes sociais possui opções de controle de privacidade. O Facebook, por exemplo, pode ser configurado desde total exposição (mostrando posts, fotos, comentários e amigos de forma pública) até total privacidade, deixando tudo no modo privado apenas para amigos, ou para uma determinada lista de amigos.

Se você não deseja que ninguém saiba seu email ou telefone, simplesmente não cadastre. Eu sigo a regra de “o que não quero jamais que ninguém saiba da minha vida, jamais publico na web” (embora eu não tenha nada de tão grave!). Muitos reclamam sobre a privacidade do telefone celular, por exemplo, mas basta não cadastrá-lo. Outras redes, como o Twitter e Instagram permitem que apenas usuários adicionados vejam as postagens, aumentando assim a privacidade do usuário.

Redes Sociais e inúmeros cadastros

Se você já perdeu a conta de quantas redes sociais está presente, faça uma lista daquelas que lembra e exclua seus perfis das que não usa. Fiz isso há alguns meses e mesmo assim hoje ainda sinto que preciso reduzir ainda mais minha presença online (que se encontra um pouco espalhada). Não dá para aproveitar bem todos os recursos de uma rede social se temos diferentes perfis, um para cada finalidade. Depois que retirei meu blog pessoal do ar senti que consegui me concentrar muito mais em um objetivo e isso tem me ajudado demais a estabelecer um foco no que é importante.

Dica: Algumas redes sociais não permitem a exclusão do perfil, então caso não queira mais utilizá-la, altere o nome, email e os dados que forem necessários e salve. Mude ou remova o avatar e você não será mais encontrado naquele site.

Administrando emails

Já comentei sobre como lido com emails, mas não custa repetir. Tenho dois emails, um apenas destinado a cadastros (e assim fica mais fácil quando preciso excluir uma conta e não lembro a senha) e um email pessoal/profissional. Peguei meu email “camilemusica”, bem antigo, para deixar apenas para cadastros em todas as redes sociais e mantive o “camilejornalista[@]gmail.com” para contatos profissionais e pessoais, além de ter configurado o email do blog para receber em uma pasta específica dentro dele. Não me preocupo com o que chega no email antigo, de vez em quando acesso apenas para remover spam.

Desconhecidos: adicionar ou não?

Por um tempo resolvi remover todos os desconhecidos do meu Facebook. Senti que ficou bem mais leve, apenas com pessoas próximas e mais seguro com postagens apenas para amigos. Quem estava de fora não conseguia ler o que eu postava nem ver minhas fotografias, mas pensando melhor, resolvi aceitar as dezenas de solicitações que estavam pendentes, já que optei por manter meu perfil público. Como tenho um blog e muitos leitores gostam desse contato com quem escreve e nunca publiquei nada muito pessoal, tomei esta decisão. Não fazia muito sentido eu ter um blog pessoal no qual compartilhava inúmeras fotografias do meu dia-a-dia e trancar as mesmas fotos em um álbum privado no meu Facebook.

Se você deseja ter em sua rede social apenas amigos, sabe que terá mais liberdade de escrever aquela sua opinião polêmica, mas caso tenha um perfil público, talvez seja bom rever se aquela foto com amigos bêbados na festa não causará problemas profissionais. Pensar duas vezes no que iremos publicar online é fundamental, lembre-se que uma vez na web, dificilmente será excluído.

Onde estou?

Outra decisão que tomei foi a de remover aplicativos vinculados à localização. Por um tempo usei o Foursquare (muito bom para encontrar novos restaurantes ou locais para diversão) mas me vi fazendo check-in a cada visita à mesma livraria, no mesmo shopping e no mesmo café, quando me perguntei quem realmente quer saber onde estou? Será que essa exposição é útil para alguém? O que me interessa onde o amigo A ou B está? Não pensei duas vezes e apaguei o aplicativo. Foi legal, testei por um tempo mas decidi por não usar algo que não faz tanto sentido (para mim). Também desativei o serviço de localização do Facebook e Twitter (mas de vez em quando aparece por acaso que estou no Rio de Janeiro). A não ser que eu esteja viajando e queira publicar alguma foto de um ponto turístico, não faz sentido todos saberem o tempo todo que eu estou na mesma cidade em que sempre vivi.

Estas são algumas medidas que tomei quanto à redução da minha presença online e controle de privacidade. Ainda há muito a ser configurado, redes sociais excluídas e cada vez mais concentrar minha energia em poucos – mas seletos – objetivos na web.

E vocês? Têm muitos perfis espalhados pela vasta web? Como fazem para cuidar da privacidade frente à exposição a qual somos impulsionados com diversos aplicativos de compartilhamento?

> crédito da imagem: we ❤ it <

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