Leituras

Resenha: A Mágica da Arrumação (método KonMari)

24/05/2015

A Mágica da Arrumação (método KonMari) | Camile Carvalho

Com mais de 2 milhões de livros vendidos, Marie Kondo se tornou uma referência mundial com seu método de arrumação KonMari. Foi através da minha amiga e blogueira Amanda Arruda que conheci seu livro A Mágica da Arrumação e no mesmo dia comecei a ler a versão digital em inglês. Não preciso dizer que logo fiquei animada para fazer mais um super declutter aqui em casa, já que o último que eu fiz foi em 2011, quando na época implementei o método GTD na minha vida.

A Mágica da Arrumação (método KonMari) | Vida Conectada

Marie Kondo é uma japonesa que conta em seu livro que, por ser a filha do meio de uma família de 3 irmãos, acabava não recebendo tanta atenção, o que a fez desenvolver um gosto por organizar a casa desde pequena com a ajuda de revistas sobre o assunto que sua mãe comprava. Conta também que já na escola recebia tarefas de organização da sala de aula, o que ajudou ainda mais no desenvolvimento de seu método próprio, o KonMari.

No entanto, apesar de Marie constantemente destralhar a casa da família, o ambiente sempre parecia estar bagunçado e com coisas desnecessárias. Testou então diversos métodos, desde se desfazer de um objeto por dia durante o ano inteiro, até o mais comum, de constantemente fazer revisões e doar itens que não queria mais, mas nada adiantava. Passava um tempo e a casa estava novamente no ponto zero, acumulada com objetos, roupas e papelada que não tinham serventia.

A Mágica da Arrumação (método KonMari) | Camile Carvalho

Quando você arruma seu espaço completamente, você transforma o cenário. A mudança é tão profunda que você sente como se estivesse vivendo em um mundo totalmente diferente. Isso afeta profundamente sua mente e inspira a uma forte aversão a voltar ao estado anterior de desordem. A chave é fazer a mudança tão bruscamente que você experimenta uma completa mudança estrutural. O mesmo impacto pode nunca ser alcançado se o processo for gradual.

Foi então que Kondo, após várias leituras, testes e reflexões, desenvolveu seu método KonMari, que consiste em fazer um declutter único, radical e definitivo. Como ela afirma, a arrumação deve ser um evento e não deve ser realizado todos os dias, pois uma vez realizado, não haverá a necessidade de voltar a destralhar novamente, já que a mudança radical mudará nossa forma de lidar com nossos pertences e não voltaremos a acumular itens que não nos sejam úteis novamente.

Seu  método se baseia em alguns tópicos:

1. Devemos fazer um único declutter radical e definitivo

Como dito acima, depois que esvaziamos nossa casa e mantemos apenas o que gostamos, mudamos completamente o cenário em que vivemos e nossa mente não permitirá que voltemos a acumular novamente. É como entrar em uma vida nova.

2. Organize por categorias, não por local

Um dos pontos-chave do método da Marie Kondo é organizar itens por categorias, não por local. Quando organizamos por regiões da nossa casa, lidamos diversas vezes com a mesma categoria e não nos damos conta dos excessos que temos. Por exemplo, no momento em que estiver fazendo o declutter das roupas, devemos pegar todas as roupas espalhadas pela casa (lavanderia, roupas pra passar, roupas do armário) e avaliarmos de uma só vez. Quando juntamos todos os objetos da mesma categoria nos damos conta da quantidade e da necessidade (ou não) de nos desfazermos de algumas. Se é pra organizar os livros, devemos colocar todos os livros da casa no chão para avaliarmos o que fica e o que vai. E assim com todas as categorias.

3. Organize na sequência

Após anos de experiência, Marie Kondo estabeleceu uma sequência para o declutter que consiste em partir dos itens mais fáceis de desapegar até aqueles mais difíceis, com maior valor sentimental. Quando começamos pelo mais fácil, ao chegar no final já estamos mais desapegados e conseguimos lidar melhor com itens mais sentimentais. A sequência seria:

Roupas > Livros > Papelada > Miscelâneas > Itens de maior valor sentimental

4. Isso me traz alegria?

A principal pergunta que devemos nos fazer durante a arrumação é pegar cada item e nos perguntar se isso nos traz alegria ou não. Cada objeto carrega em si uma carga emocional que determinamos de acordo com nossas memórias. Se aquela camisa é bonita, nova e você quase não usou mas toda vez que a olha no armário lembra de um momento triste que passou quando a estava vestindo, é melhor doá-la a outra pessoa do que ter que lidar com lembranças não tão agradáveis todas as vezes em que abrir a porta do guarda-roupa. Devemos manter em nossa casa apenas o que nos traz boas lembranças e alegria.

5. Seja grato pelo que está descartando

Se você decidiu que aquilo não lhe serve mais, seja grato. Não o trate como algo inútil, sem serventia ou lixo. Tenha carinho pelo que já lhe serviu e dê outro destino ao item, seja para uma outra pessoa, reciclagem ou até mesmo o lixo, mas jamais o trate como algo desprezível. Tudo o que temos teve alguma serventia em nossas vidas, até mesmo o que compramos e não usamos, pois nos ensinou também sobre o que não combina conosco e podemos evitar adquirir novamente o que não se enquadra em nosso estilo de vida. Seja grato e desapegue.

A Mágica da Arrumação (método KonMari) | Camile Carvalho

Você está feliz vestindo roupas que não lhe dão prazer? Você sente alegria quando está cercado de pilhas de livros não lidos que não tocam seu coração?

No geral gostei bastante do método KonMari, e como a maioria das leituras sobre declutter que faço, me empolguei para testar aqui em casa. As principais diferenças em seu método para os que já estamos acostumados consistem em fazer um único declutter radical de uma só vez na casa inteira e não em partes, fazer o declutter por categorias e não por ambientes, analisar em cada item qual tipo de sentimento e memória nos desperta ao lidarmos com ele, e caso nos traga um sentimento não agradável, devemos nos desfazer dele e por último, sermos gratos pelo que estamos desapegando.

Minha impressão sobre o método, no entanto, é a de que nem sempre será fácil implementá-lo de acordo com o tipo de casa e/ou família. Alguém que more sozinha em um apartamento pequeno fazer um declutter geral na casa inteira certamente é mais fácil do que alguém que tenha uma família grande em uma casa espaçosa com anos de tralha acumulada. Nem sempre é viável pegar vários dias seguidos para organizar a casa inteira e sabemos que a maioria depende dos finais de semana e alguns feriados para se dedicar a esta organização.

Talvez em uma família grande o melhor seria seguir a ordem das categorias (roupas – livros – papelada – miscelâneas – itens com valor sentimental) e estabelecer um dia para cada categoria. Já para pessoas que morem sozinhas em um pequeno apartamento pode ser que consiga fazer tudo em um único fim de semana, de forma radical e definitiva como propõe Marie Kondo. Embora seja um método, acho que em alguns casos é importante adaptar à realidade individual.

Minha leitura foi em inglês mas a Editora Sextante já publicou a versão traduzida para o português com o título A Mágica da Arrumação, com 160 páginas e que já pode ser encontrado nas livrarias. Recomendo a leitura, já que não dá pra resumir todas suas ideias e argumentos em um único post, lá vocês encontrarão muito mais dicas e inspirações para realizar essa transformação pessoal.

A Mágica da Arrumação (método KonMari) | Vida Conectada

Empolgada com o método KonMari, comecei ontem uma arrumação aqui em casa e pretendo contar a vocês quais foram minhas impressões em seguir as dicas da Kondo, mas ficará para um próximo post.

E vocês, ja conheciam Marie Kondo? O que pensam sobre a ideia de fazer um declutter radical e definitivo? Acham que funciona? Deixem suas opiniões!

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23 comentários leave one →

  1. Renata

    Eu nunca tinha ouvido falar dessa moça, mas pelo jeito ela apareceu com tudo, está em todos os lugares! Acho que a teoria dela é super válida mas na prática pra mim funciona melhor o destralhamento gradual. Eu já tentei, por exemplo, tirar TUDO do guarda roupa pra destralhar, e na metade eu já estava tão cansada que nem avaliava direito o que fazia e acabava simplesmente guardando tudo de novo do jeito que estava (e olha que eu nunca tive muita coisa, hein).
    Destralhar CANSA, e não é necessariamente uma canseira mental (embora seja também se forem itens de valor sentimental) é uma canseira física mesmo, e quando cansamos, perdemos a concentração, o foco… pelo menos é o que acontece comigo. Prefiro fazer aos poucos, nem que seja uma gaveta que eu nem planejava mexer mas que calhou de me incomodar num momento em que eu tinha um tempinho sobrando, porque aí sei que vou me dedicar de verdade, sem enjoar e querer que aquilo termine logo.
    A ideia de esvaziar tudo e começar do zero é linda pra mim, mas sei que na prática logo eu já estou a fim de largar isso e fazer outra coisa, então é melhor ir devagar 🙂
    Beijos!

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    • Anne

      Concordo com vc!!! Canso demais e acabo guardando tudo de qualquer jeito.. Aos poucos só é ruim porque sempre tem algo por fazer

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  2. Nadine

    Eu li esse livro em 3 dias! Amei Demais!
    Não sei se a idéia de fazer tudo de uma vez vai dá certo pra todo mundo, eu já estava num processo de “guerra a tralha” então só aproveitei pra dar o passo final.
    Sabe o que eu achei interessante, o respeito que ela trata as coisas, eu não levei a forma literal,mas sim como uma forma de gratidão por ter e poder usufruir. Mudou muito minha visão sobre a casa!
    E vc, acha que essa gratidão influência na durabilidade das coisas?

    Beijos,
    Nana
    Instagram @lazuritium

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  3. Renata

    Oi Camile, gostei muito do método, principalmente do conceito de só ficar com as coisas que te trazem boas lembranças. É uma ótima forma de conseguir selecionar o que você realmente quer. Às vezes tenho dificuldades em desapegar de algumas coisas porque não consigo me decidir e acho que isso poderia ajudar bastante.
    Obrigada pelas dicas!
    Beijos

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  4. Amanda

    Oi Camile, gostei da sua resenha e fiquei com vontade de ler o livro para conhecer melhor o método, mas acho que o destralhamento gradual tem funcionando bem para mim. Comentei no blog da Thais (Vida Organizada) que às vezes destralho um canto do armário e meses depois avalio o mesmo espaço e me dou conta de que ainda estava guardando coisas que não têm a menor utilidade/necessidade, mas não tinha conseguido “enxergar” isso antes por acreditar que poderia precisar de tais coisas ou por mero apego emocional. Acho que a gente vai amadurecendo isso aos poucos, portanto acredito que seja um exercício contínuo. De uns dois anos pra cá consegui reduzir muitas coisas: digitalizei papeladas e coloquei para reciclagem, vendi/doei vários objetos e roupas e passei a consumir de uma forma mais consciente (o que contribui para não voltar a acumular). Mas quando faço uma revisão no meu quarto sempre acabo encontrando algo para desapegar, é uma análise constante que também reflete fases da nossa vida.

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  5. Lu Navarro

    Amei o post. Achei super interessante essa dica de livro.
    Bem q eu queria e ate poderia fazer um destralhe raducal aqui em casa se as duas crias fossem na escolinha. Mas como so um vai na escola, eu fico com o meu menino de quase 2 anos q as vzs nem soneca quer tirar e nao da pra fazer um declutter legal com uma criancinha mexendo em td e espalhando pra todo lado o q vc ja separou rsrsrs.
    Pra mim por enquanto vai ser gradual…

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  6. Bella

    Que vontade de sair correndo e comprar esse livro agoraaaaaa! Mas amanhã compro! Engraçado que quando estava me preparando para me mudar eu fiz muito isso. Me desfiz de coisas mas sentia uma gratidão gigantesca… lembro que a sensação era maravilhosa… agora quero muito ler esse livro! Também li um sobre o método japonês de economia ( Kakebo ) e estou amando!!! Beijo!

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  7. <3 declutter! Mas pelo menos para mim essa questão de uma ação única não dá certo. Já tentei e me senti muito cansada e frustrada por nao conseguir finalizar. Prefiro fazer como o Jason e ir por partes (essa foi péssima, eu sei. Kkkkkkk). Bjs!

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  8. Fernanda Luz

    Não conhecia esse método, nem esse livro mas amei porque adoro assuntos que envolvam organização. Vou procurar o livro versão português (meu inglês anda fracoooo).

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  9. Monalise

    Nunca ouvi falar dessa moça mas confesso que o assunto me chama a atenção embora goste mais do GTD. Vou ler o livro para conhecer o método dela e ver se funciona comigo.

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  10. Olá! Encontrei seu blog ontem numa busca por posts sobre o minimalismo. Muito bacana!
    Quanto o método da japonesinha, fiquei curiosa em tentar! Depois nos conta o que achou pela sua experiência 😉

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  11. Diva Costa

    Achei a sua abordagem a mais realista possível. “Tudo de uma vez” não se aplica nem mesmo a um item a ser examinado. O objetivo de visualizar e tocar em cada coisa que nos pertence é o que vale, não havendo prazo de tempo. E esclareço que sou fascinada por ordem, organização e bom estado das coisas desde sempre e possuo cursos no tema.
    Parabéns para você.
    Diva.

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  12. Faz tempinho que ando querendo esse livro, adorooo assuntos relacionados a arrumação, organização. Dos itens citados gostei muito o 2 pois facilita muito e evita de arrumarmos uma parte e depois faltar espaço porque há mais itens daquele tipo espalhados pela casa.

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  13. Para dizer a verdade nao li o livro, ouvi o audiobook

    Podes acessar ao audiobook através do YouTube agora.

    Foi a minha banda sonora enquanto andava a seleccionar o que deitar fora!! Há muita gente que diz que o método KonMari nao é Minimalismo mas está quase lá!

    Adorei o Livro!

    Miza

    http://www.alitlegreen.blogpost.com

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  14. Gostei muito das técnicas abordadas no livro. Moro em uma casa pequena, achei muito legal começar por etapas e categorias. Estou me adaptando.

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  15. pra mim seria Papelada > Itens de maior valor sentimental > Miscelâneas > Roupas > Livros hhaha

    não li esse livro, mas já sei um pouco da técnica por meio dos sites. pra mim, as partes mais interessantes são a de perguntar se cada item traz alegria, de organizar por categoria e de ser grato.

    tenho minhas dúvidas sobre um único declutter “definitivo” (acho que é o item que mais gera discordâncias). primeiro porque cada tomada de decisão demanda um esforço, uma energia, e no final a pessoa pode estar absolutamente esgotada e nem eliminar mais as coisas direito (ou então perder a vontade de continuar destralhando).
    segundo porque, mesmo que a pessoa faça em alguns dias seguidos 1 declutter radical, não penso que ele será definitivo, pois hoje você é uma pessoa e amanhã já é outra. o que pra você é satisfatório hoje, amanhã talvez não seja mais (e aí você acaba adquirindo coisas que se encaixam mais com sua vida hoje, e o que não encaixa mais precisará passar por outro “descarte”).

    por exemplo, tenho doado muito mais livros do que eu poderia imaginar no meu primeiro declutter. fui tirando aos poucos, e reduzi muito a quantidade, porque depois de doar/vender os que (a) “com certeza não quero”, tenho uma visão mais nítida dos outros e passo a enxergar (b) os livros que são bons mas que não vou reler, (c) os livros que têm uma proposta legal mas percebo que já não condizem com meu gosto atual, (d) os livros que talvez leia um dia mas não são prioridades e posso ler em ebook; e por aí vai. e lá na época do primeiro declutter, comprei livros que eram mais interessantes pra mim e que eu achei que não iria me desfazer, mas que hoje já estou passando pra frente também.

    ou seja, tenho a impressão de que é um processo que começa da camada mais superficial e vai indo para uma mais profunda, com base nas ações que você tomou antes e tendo um tempo pra pensar sobre; mas acho que demora pra atingir o fundo de fato, se isso é possível. de nada adianta eu reduzir de 300 livros pra 100, mas não pensar no processo que me fez reduzi-los sempre que for comprar outros livros, e ir acumulando de novo.

    então, acho que cada pessoa deve ir adaptando diferentes técnicas para sua realidade, mesmo!

    você já viu o filme “minimalism: a documentary about the important things”? adorei 🙂

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  16. Julia

    Já li o livro assim que foi lançado, mas acho que ela não fala sobre arrumar toda a casa de uma vez. Ela cita o armário, por exemplo. Se for arrumar o armário, precisa colocar tudo pra fora e arrumar de uma vez. Acho válido. Comigo funcionou. Se você parar pra pensar, quando você arruma o armário, quais as primeiras coisas que “salva”? O que é realmente importante. Concorda? Se você arrumar o armário por partes – primeiro as calças, depois os vestidos, etc – tudo vai ser importante. Você não desapega por que fica no “ah, esse serve”, “ah, esse também”. Se for de uma só vez, você fica com o que é realmente importante. E a arrumação faz muito bem!

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  17. Julia

    E sobre livros, vamos combinar que guardar livros só mostra o quanto você é acumulador. Já leu? Ele cumpriu o papel dele. Venda, troque, doe.

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    • Concordo com você, mas em relação aos livros, há diferentes tipos de livros. Os de literatura que lemos uma vez e nunca mais realmente não precisamos guardá-los, mas há livros que são de consulta e que não os lemos de uma só vez. Eu, por exemplo, tenho vários de yoga que é o meu trabalho e estou sempre consultando pra montar aulas, palestras e workshops. 🙂

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  18. Patrícia Passos

    Gostei muito do seu post e acho que resumiu bem o que o livro diz.
    Quanto à maior fonte de discordâncias, a tal “arrumação geral”, confesso que ao ler o livro também acreditei que seria impossível, mas mesmo assim decidi colocar em prática.
    Porém, acredito que cada pessoa interpreta essa parte de uma maneira…
    Eu entendi que o “faça tudo de uma vez” significa que é um processo que deve ser iniciado e finalizado. Não significa que você tem que começar no sábado de manhã e só parar de descartar e organizar quando terminar tudo.
    Sendo assim, separei por categorias de acordo com a ordem que ela ensina e, por incrível que pareça, consegui!
    Vale ressaltar que trabalho o dia todo durante a semana e tenho um bebê de 1 aninho que não fica parado e tentava comer tudo o que eu colocava no chão rsrsrsrss
    No total, levei 2 semanas para organizar TODA a minha casa.
    Só partia para a próxima categoria quando finalizava a anterior.
    Sempre fui desorganizada, bagunceira e a rainha de “perder as coisas”.
    E posso afirmar sem sombra de dúvidas: foi a melhor coisa que fiz por mim mesma!

    Bjus

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