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Inspiração

10 ações simples para ajudar o planeta

15/01/2013

1. Tire da tomada os eletrônicos que não estão em uso. Todo aparelho eletrônico no modo stand by gasta energia, além disso, eles não precisam ficar ligados 24 horas por dia.

2. Troque lâmpadas incandescentes por lâmpadas econômicas. A lâmpada de LED é a que menos consome energia, mas ainda possuem um custo elevado para serem usadas em residências. A dica é trocar pelas fluorescentes compactas, que gastam em torno de 20% apenas se comparadas às incandescentes.

3. Use sua ecobag para carregar as compras do supermercado. Não preciso explicar a vocês o mal que as sacolas plásticas fazem ao meio ambiente. Na maioria dos casos elas não se degradam tão rapidamente, causando diversos problemas principalmente aos animais. Além do mais, ecobag é bonito e chique.

4. Evite comprar garrafas plásticas, reutilize uma várias vezes. Vamos reutilizar o plástico ao invés de joga-los no lixo? Uma garrafa pode ser enchida diversas vezes. Aqui em casa temos o garrafão de 20 litros de água mineral, retornável, e sempre que vou sair na rua encho uma garrafinha plástica para levar na bolsa. Assim evito comprar na rua e bebo água mineral. Fica a dica 😉

5. Use pilhas recarregáveis. O custo-benefício é bem maior, já que pilhas acabam rapidamente e são caras, além de causar impacto ambiental, necessitando de um descarte especial. Troque suas pilhas por recarregáveis, não tem coisa melhor.

6. Pegue carona, dê carona, use bicicleta. Com a redução do IPI a quantidade de carros nas ruas – pelo menos aqui no Rio de Janeiro – se multiplicou. Está uma loucura sair de casa nos horários de pico. Aqui em casa dei muita sorte de coincidir meu horário da entrada na faculdade de manhã com a entrada do meu pai no trabalho. Assim sempre vamos juntos e evitamos mais um carro na rua. Um dia ainda evoluirei para a bicicleta, aguardem.

7. Tome banho de no máximo 5 minutos. Nem sempre é possível, principalmente para mulheres que lavam o cabelo, passa exfoliante entre outros cosméticos. A dica é, se seu banho for demorar, feche o chuveiro enquanto o creme de hidratação age ou enquanto se ensaboa. Um pouquinho em cada dia faz uma grande diferença no final do mês.

8. Incentive as pessoas a fazerem boas ações. Dizem que fofoca se espalha mais rápido que boas ações, mas não sejamos negativos. Quanto mais fizermos pelos outros, mais os outros farão também por outros e assim iniciamos uma cadeia de boas ações. Lembre-se, uma cara fechada de manhã cedo para o porteiro do seu prédio pode resultar em um dia péssimo tanto para você quanto para ele. Espalhe alegria e simpatia!

9. Desligue o computador quando for dormir. Não preciso explicar que é um gasto de energia desnecessário, mesmo que esteja em stand by. Economizar carga da bateria é sinônimo de economizar energia.

10. Separe o lixo. Infelizmente não temos esse bom hábito no Brasil. Estamos muito atrás de outros países, como o Japão, o qual tem como hábito a reciclagem. Enquanto o país do sol nascente recicla mais de 80% de seus resíduos, ficamos muito, mas muito atrás, com apenas 1.4% de reaproveitamento. O resto? Vai para os lixões, os quais a maioria não é controlado. Falando em português claro: vai para o nosso solo, nossa água, nossos rios e mares.

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Inspiração

Como desenvolver a escrita

13/01/2013

Como desenvolver a escrita | Camile Carvalho | #camilecarvalho

É certo que a tecnologia auxilia – e muito – na hora da escrita. A edição de texto ganha um auxílio muito grande, mas a verdade é que não há nada melhor para desenvolver a criatividade, que escrever à mão. E é justamente pelo fato de não poder ser editada, que ela se torna mais espontânea.

Analisando por um lado, a possibilidade de edição imediata facilita demais o escritor, seja ele amador ou profissional. Um editor de texto possui inúmeras ferramentas disponíveis que substituem horas de consulta a dicionários, avisa quando uma palavra foi escrita incorretamente e ainda formata da maneira mais apropriada um texto, característica não presente na escrita à mão.

O papel, no entanto, nos dá uma maior liberdade de criação. Com canetas coloridas e, de preferência, com a ausência de linhas, estimulamos os dois lados do nosso cérebro, fazendo uso tanto da parte racional quanto da criativa, tendo como resultado uma escrita mais livre e menos rígida. Ainda que não se esteja fazendo um Mapa Mental, pode-se simplesmente deixar a criatividade fluir em parágrafos, que poderão ser organizados mais tarde em um editor de texto com todo o aparato adequado.

No meu caso, eu uso um caderno pequeno e colorido, e que me dá total liberdade de escrever o que vier à minha mente. É importante ressaltar que não precisamos estar munidos de um Moleskine para registrar nossos pensamentos, pois um simples bloco pode servir para fazermos nossas anotações. Melhor ainda se pudermos reaproveitar algum caderno que jogaríamos fora, assim ainda evitamos o desperdício de papel e dinheiro. No meu caso escolhi uma pequena caderneta, pois pode andar sempre comigo na bolsa. Nunca se sabe quando terei uma brilhante ideia para um post ou lembrarei de algo importante que devo fazer. Nesse caso, ele serve também como meu inbox, no qual anoto tudo o que vier em minha mente, sem filtros.

Liberte-se das linhas retas e letras pretas sobre o papel branco. Deixe sua criatividade fluir. Quando foi a última vez que você libertou sua mente criativa?

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Somos mais um na multidão

15/09/2012

Somos mais um na multidão | Camile Carvalho | #camilecarvalho

Estou lendo um artigo da Cicília Peruzzo sobre comunicação comunitária, no blog Na Correnteza, da minha professora Ana Lúcia Vaz, quando me deparei com seguinte citação:

As pessoas resistem ao processo de individualização e atomização, tendendo a agrupar-se em organizações comunitárias que, ao longo do tempo, geram um sentimento de pertença e, em última análise, em muitos casos, uma identidade cultural, comunal.
Paiva (2003, p.26)

Fiquei refletindo sobre a afirmação de que os seres humanos estão resistindo ao processo de individualização. Será mesmo que buscamos a coletividade? Por um lado, cada vez mais queremos fazer parte de um grupo, nos associarmos a algo, obter rótulos de identificação, para que não sejamos “excluídos” de um senso comunitário, mas ao mesmo tempo vejo que há uma forte tendência ao individualismo, deixando de lado o altruísmo. Num sistema no qual os mais fortes sobrevivem e vivemos sob constante pressão para destacarmos do outro a fim de sobrevivermos (através do capital), é de se estranhar que haja uma busca pela sensação do homogêneo.

Mas afinal, o que é comunidade? Palavra tão associada pelo senso comum a regiões pobres, como a favela, essa denominação é empregada de forma errônea. Vejamos, comunidade é um grupo que partilha dos mesmos interesses, que possuem laços de identidade. No momento em que se busca algo, se luta por algo em comum, e se compartilha interesses semelhantes, há uma comunidade, independentemente se estão no mesmo território ou não. Até aí está claro, mas por qual motivo o ser humano busca fazer parte de algo, se ao mesmo tempo compete com os demais? É estranha essa necessidade, mas talvez possa ser explicada pela busca inata de dominação. O homem vive sob constante disputa pelo poder, e como dizia Marx, a história da humanidade é a história da luta de classes. Pensando nisso, sempre haverá a disputa. Será que conseguiríamos viver totalmente isolados uns dos outros? Para quem iríamos mostrar nossos méritos? Nossas roupas? Para quem conquistaríamos títulos e status? Com quem competiríamos?

A globalização puxou o nosso tapete. Nos trouxe avanços, mas também nos tornou homogêneos. Nos transformamos em números, em estatísticas, e não mais em indivíduos. Quem realmente somos? Apenas mais um na multidão. Mais um que deve viver a vida inteira em busca do reconhecimento, mas e depois? Não seremos apenas mais um? E no quê fomos importantes? No quê contribuímos? Vejo que estamos fazendo tudo invertido. Somos seres individualistas buscando fazer parte de uma comunidade, ao invés de sermos seres altruístas buscando conhecermos a nós mesmos.

Pra finalizar essa reflexão, vou deixar uma frase de Thoreau em seu livro Walden:

(…) até que ponto os homens conservariam sua posição social se tirassem suas roupas? Num caso desses, vocês saberiam dizer com toda certeza, quem, num grupo de homens civilizados, pertence à classe mais respeitada?

Esse artigo foi uma reflexão. Não tenho a pretensão de afirmar nada, é apenas o que penso, o que leio e o resultado de alguns pensamentos e pontos de vista. Gosto muito de refletir sobre a humanidade, sobre o comportamento do homem, e principalmente, sobre o sistema em que vivemos atualmente. Um sistema tão louco, que nos faz deixar de sermos nós mesmos, se é que sabemos quem somos, em função do lucro para obtermos status. Não seria tão mais fácil vivermos de forma simples?

foto daqui

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