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Beleza & Saúde

O que fazer com as energias conflitantes

13/03/2016

O que fazer com as energias conflitantes | Camile Carvalho #yoga

O Brasil está passando por um momento crítico, não podemos negar. Forças opostas se digladiando nas redes sociais, indiretas, passeatas, enfim, estamos realmente passando por um momento conturbado energeticamente. E não, eu não vim falar de política e nem sequer expor meu posicionamento sobre isso tudo. Vamos falar de energias.

Quando passamos por um momento de instabilidade – que é o que o Brasil está passando – muitos absorvem essas energias conturbadas por se envolverem muito com o que está acontecendo. E envolver-se energeticamente não necessariamente significa participar de passeatas/discussões em redes sociais/manifestações etc. Uma pessoa pode se envolver diretamente com movimentos políticos e não se deixar abalar pelas energias, assim como uma pessoa pode estar tranquilamente assistindo filmes no sofá enquanto milhares de pessoas debatem de forma acalorada sobre o cenário político e estar absorvendo tais energias para si, sem perceber.

Uma coisa que aprendi é que quando queremos ajudar aos outros, seja a situação que for, temos que estar fortes, protegidos e equilibrados. Se temos a intenção de abrandar a dor do outro, não podemos nos deixar abalar pela situação. Caso contrário, acabamos tão envolvidos energeticamente que acabamos afundando junto com o outro, e então fica impossível fazer algo de útil para ajudar na situação. Ou seja, somente quando estamos equilibrados é que de fato podemos fazer algo de útil.

Da mesma forma, é possível ser um ativista por qualquer causa, seja ela política, ambiental etc. sem deixar que nossos chakras se desalinhem. Claro que somos sensíveis, absorvemos energias de ambiente, pessoas, animais e plantas, mas quando identificamos o que acontece ao nosso redor como sendo um fenômeno externo a nós, temos mais chances de observar e agir sem deixar que tais instabilidades nos afetem.

Seja contra ou a favor, ou até em cima do muro, tome apenas uma posição importante: tudo o que acontece fora de você, deve ficar ali mesmo, do lado de fora. Sempre haverá pessoas ao nosso lado e sempre haverá aqueles que discordam. O importante é nos protegermos para que tais energias conflitantes – e extremamente amplificadas – não nos desestabilize. Pare, respire e feche os olhos. Encontre o seu equilíbrio, e depois manifeste sua causa. Independentemente de que lado você esteja, do que pensa a respeito deste período de energias conturbadas, não perca sua paz.

Sua paz interior é seu templo. E sempre que precisar, volte a si mesmo e encontre aquele estado leve que só você conhece.

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Video: Minha transição capilar #2 – O corte

18/02/2016

Eu sei que já faz um tempinho que cortei o cabelo, mas só agora editei os vlogs do dia que cortei e o depoimento que dei logo após o corte. Pra quem está em transição capilar, abandonando as químicas e em busca de um cabelo mais natural, meu conselho é que corte sem dó. O cabelo parece que “respira” melhor, fica muito mais maleável e responde bem aos tratamentos de hidratação, sem aquele aspecto poroso dos fios.

Além do mais, a parte danificada com química não deixa que os cachos se formem. Quando eu lavava o cabelo e amassava as pontas pra formar os cachos, ele durava até secar. Logo em seguida os cachos ficavam apenas na parte crescida das raízes e as pontas ficavam com aquele aspecto alisado.

Depois que cortei, o cabelo ficou mais leve e mais fácil de moldar, de segurar os cachos. Claro que ainda não saiu a química toda, mas eu não queria mais esperar para fazer o corte. Daqui a uns 6 meses, mais ou menos, pretendo fazer novamente o corte pra remover o restante da química que ainda está nos fios, que é de aproximadamente 10cm.

E você? Já passou por química e depois resolveu voltar aos cachos naturais? Como foi seu processo?

Assista o vídeo, dê um like e se inscreva no meu canal para receber as atualizações assim que ocorrem. 🙂

Se você não assistiu a primeira parte do vídeo, clique aqui e assista.

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Video: Minha transição capilar #1 – A decisão

09/02/2016

É oficial. Me dei conta de que estava fazendo a transição capilar quando desejei loucamente cortar o cabelo pra remover toda parte com química. Até então eu estava me sentindo confusa, não sabia se realmente queria deixar meu cabelo cacheado no natural ou se estava apenas dando um tempo na química pra tentar recuperar os fios até o próximo alisamento.

Após conhecer tantos blogs, ler vários comentários em grupos de cacheadas e assistir vários vídeos do youtube, criei coragem pra assumir de volta meus cachos e resolvi registrar em vídeo meu processo. Minha vontade é deixar o cabelo crescer bastante e cacheado enquanto vou cuidando para que fique saudável, mas com a quantidade de química excessiva que tinha nos fios, fica muito difícil de formar os cachos novamente.

Quando estamos em transição capilar, de largar a química pra deixar os cabelos naturais, temos duas opções. Ou deixamos o cabelo crescer normalmente e aparamos as pontas até que consigamos eliminar toda parte com química ou fazemos um grande corte para eliminar de uma só vez boa parte do comprimento danificado.

No vídeo explico melhor sobre como lidei com meu cabelo durante minha adolescência, por que comecei a fazer química e por que decidi parar. Se você também está num impasse em relação à transição (ou precisa de uma forcinha para assumir os cachos naturais) assista o vídeo e deixe seu comentário. Vou ficar muito feliz em saber sua história!

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